Se for pra bater forte Dê na cara. Quero sentir a ardência, Paixão, eterna doença, Em meus lábios. A marca, a cicatriz, O veneno, ácido fingir Tantos amores. Amor para acordar. Amor para almoçar. Um apenas pras quintas. Que não seja claro, Nem escuro, nem lui, Nem luisa, seja negro Buraco por onde os corpos Deslizam, chupando até O fim do rosa existir. Somos um limite, Ou morte, ou sexo. Nada mais, hiatos são hiatos, palavras são Palavras. Te amei, E te amo, nunca mais Te amarei enquanto Não estiveres presente.