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Mostrando postagens de julho, 2017

Cereja Azul

5% pras 5 bandas dividirem entre 5 integrantes cada, mas a cerveja é do bar e não tem como chegar lá

como se chega nos lugares? como o cara volta p casa se mora no continente, sul da ilha, norte? os preços são justos também pro consumidor, entrada e bebida? noutros lugares, em sampa talvez, o acesso e o incentivo são infinitamente melhores, o problema em floripa ñ é só de público nem de produção, a cidade q ñ funciona. mesmo um evento a 5 golpetas no célula, se somam 7 de long neck e mais 30 de uber, isso contado q na ida pude pegar busão e gastar só os famigerados 3,50 com integração. qse 50 reais p prestigiar o evento, sendo q destes, 5 vão pro artista? pá, tô de boa... em floripa tb falta criar cena, os artistas parecem se esconder em grupinhos, ñ somos unidos como exigimos dos parceiros. faltae e muito um meio de girar, de se fazer os artistas daqui serem ouvidos, como os programas na radio udesc, etc, mas ñ existe nenhum meio fácil de se ouvir expresso rural, françois, cereja azul, blame, caraudácia, de boa, sem preconceito de gênero, etc. simplesmente não tem. a maioria aqui...

Valiosa figura de ação imóvel

    A dona do boneco não deveria trancar o quarto dela por causa de criança. este episódio foi ilustrativo a muita gente. criança aprende a negociar com traumas assim, como poderia ser diferente? A mãe é que ainda não se flagrou que se escusa da responsabilidade de ser justamente mãe, a dona do boneco lhe deve absolutamente nada, nem explicações ou empatia, assim fez só e somente para evitar maiores conflitos. A mãe deve resolver a questão com o próprio filho, não dar lição de moral na filha dos outros.  A dona dos bonecos Marvel deveria começar a expor seus bonecos na sala, traumatizar cada vez mais mães e filhos, e pais claro.

cacofônica reforma trabalhista

Pra mim, esta reforma trabalhosta não muda em nada. Sou músico, nunca consegui emprego, renda, com meu ofício, exceto quando recebia bolsa da universidade para trabalhar no coral, noutro momento no estúdio. A primeira vez que toquei na noite foi aos 16 anos. É dizer, trabalho desde os 16. Até já tinha carteira de trabalho. Mas o que o estabelecimento exigia era um cheque caução de 600 Reais, como eu mal sabia o que era um cheque caução ou mesmo 600 Reais, não lembro bem como eu, minha banda, e os outros músicos convidados fazíamos pra resolver isto, mas no final ainda lucrávamos uns 300 pra dividir entre 2 ou 3 bandas com uns 4 integrantes cada, eu gostava de comprar mangás com meu cachê desta época. Já neste tempo eu compunha, músicas que mantenho em meu repertório até hoje e tudo que ganhei de royalties foram 13 centavos de dólares com meus 8 seguidores no Spotify. Há um tempo atrás trabalhei de repositor em mercado, substituí peso da insegurança financeira e dependênc...

15 mil metros minutos

O patrão sai de casa com 15 minutos de antecedência. Já dentro do carro sente que precisa ir ao banheiro, coisa rápida, sua esposa e sócia não se importa com este imprevisto e enquanto isso escolhe o CD, o trajeto pode ser curto mas não tem porque não atravessá-lo ouvindo música. Xixi feito, volta pro carro ligado, põe o sinto e vai em direção à sala de trabalho. O trânsito pode estar lento, mas é possível desviar dos furões e dos ônibus que por obrigação param de ponto em ponto e nunca saem da pista da esquerda, por parada que esteja. Desta vez o patrão atrasou, 1 minuto, ninguém se importaria. O funcionário também quis ir ao banheiro, já estava em cima da hora, se perdesse este ônibus não sabe o quanto esperará pelo próximo, mesmo assim foi, ninguém mais poderia fazer por ele. Ansioso, mas aliviado, já perto, mas ainda fora do ponto de ônibus, o inflexível motorista não quis parar para o atrasado mijão. A experiência lhe diz ser impossível, mas a lógica não deixa de confundí-lo,...