Começa assim... o grupelho de moleques paranoicos MBL - Movimento Brasil Livre promovendo histeria, um influente grupo financeiro como o Santander Brasil acatando com supostas pressões de clientes moralistas, com argumentos da pior estirpe da cristandade hipócrita. Os ideologizados defendem suas projeções do que entendem por liberdade e por expressão, dizem que Kim Katupiri e o banco que lucrou bilhões em tempos de crise sem produzir absolutamente nada não têm autoridades de censores, pois não são agentes do Estado, então relativizam seus preconceitos e comportamentos de tais. Eis que em Floripa uma agente do Estado, delegada de Guarda Municipal, ébria de ignorância, como jurada de um festival de música ruim, decide quais gêneros podem ou não serrem veiculados. A distopia não é literária, o exercício da escrita é pessoalmente a fim de catarse e reflexão, agora agentes do Estado, polícia civil, afanam, ou como diz o boçal juridiquês, apreendem uma obra de Arte. A exposição já...