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Mostrando postagens de 2021

Cereja Azul

Daqui ao Caos

companhia poderio e caos um oceano nos unia nos mantinha sãos invade o coração desde o princípio jovem emoção reagimos agora unidos musovisão provocanção da estratosfera até o japão flauta krenak pulsa nosso vão presentes como mãe um suricate brinde violão ainda há os criadores nuvem de som meigo alçapão anitta, adorno ou não kpop, arte hipocrisia fã pobre membro do patrão não há musas lá em marte muito obrigado cantoria fala  escrita em naus aeroplano bruxaria alva  céu e clã e todos os quais o encontro fez-nos mirar nos olhos amo pensar lixo  ma ra vi lho so falqueiritar as musas estão aqui palco fica em casa harmonia salva o tom do clã
ainda chove passarinhos ainda piam

Refrão Anatema

Pus Theodor Adorno Pra falar com Schopenhauer Ouvir kpop e Cereja Comer, do mais moderno Descompromisso, a paga, A virtude e a fama. Se jazz chorões vendem Que culpa Azul tem? Se blues um quatro cinco  não repetir dominante, teçamenor quartaumentada, Se não fosse este bar, Esta barra de compasso, Como tricot pode inovar? Sob o Reino Carmesim Nenhuma fruta nutre Pança masoquista Pois quem manda na pista Sempre nua, dedilhada Contagiante, virulenta, Sufoca até dinheiro Ignora ânus tatuado Sempre kantiarmonicamente Stockhausenrianamente bela A desinteressada música Ela não se vende Jingle é margarina Nem banha, nem manteiga, nem saúde. Nem sabor, nem vitamina, Propaganda só alucina Cândido que ignora alaúde Na guitarra princepiana Da sônica Cobain juventude Adorno, please, aprenda Há, e violenta, diferença Entre o que O Artista pensa E a vã consciência De quem não vê diferença O lado Bê do tema Modulado dois cinco pra lugar nenhum Fez-me ouvir o Belo do grau um Num refrão anatema
Fosse tudo eternidade Não haveria duração

À Plutão

aqui é nossa bolha, nossa nave espacial nada nem ninguém entra, eterna quarentena dura, dura enquanto dura. quero poder,  trazer  pedras, ervas,  terra, o ar res pirar sob o elmo, nariz é vulgar, mais violento que pudor atentado, pois contaminado.