Pus Theodor Adorno Pra falar com Schopenhauer Ouvir kpop e Cereja Comer, do mais moderno Descompromisso, a paga, A virtude e a fama. Se jazz chorões vendem Que culpa Azul tem? Se blues um quatro cinco não repetir dominante, teçamenor quartaumentada, Se não fosse este bar, Esta barra de compasso, Como tricot pode inovar? Sob o Reino Carmesim Nenhuma fruta nutre Pança masoquista Pois quem manda na pista Sempre nua, dedilhada Contagiante, virulenta, Sufoca até dinheiro Ignora ânus tatuado Sempre kantiarmonicamente Stockhausenrianamente bela A desinteressada música Ela não se vende Jingle é margarina Nem banha, nem manteiga, nem saúde. Nem sabor, nem vitamina, Propaganda só alucina Cândido que ignora alaúde Na guitarra princepiana Da sônica Cobain juventude Adorno, please, aprenda Há, e violenta, diferença Entre o que O Artista pensa E a vã consciência De quem não vê diferença O lado Bê do tema Modulado dois cinco pra lugar nenhum Fez-me ouvir o Belo do grau um Num refrão anatema