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Mostrando postagens de junho, 2014

Cereja Azul

bandeira

a faixa branca que poderia representar a paz separa dos vinte e seis com os dizeres: ordem e progresso o distrito federal fica acima do branco, da paz, da ordem fica acima do que quiserem basta que escrevam e os estados abaixo assinam em baixo o verde amazônico o amarelo areia praia o azul firmamento só cobre a pátria durante jogos de futebol

Ensaio sobre Música e Psicanálise

“Quanta gente existe por aí que fala, fala e não diz nada Ou quase nada Já me utilizei de toda escala e no final não sobrou nada Ou quase nada (...) E quem quer todas as notas, ré, mi, fá, sol, lá, si, dó Fica sempre sem nenhuma, fica numa nota só” (Tom Jobim, Newton Mendonça) Qualquer sujeito já se emocionou ao ouvir uma música, se arrepiou, até se emocionou e chorou, sem saber por que. Antes que se possa falar, a música já cantou. É real. Em ato. Simbólica nas partituras; nas explicações físicas relativas às ondas e frequências e suas consonâncias; nas memórias de namoros passados, de lugares que não mais estão. É imaginária na ação do compositor, que imagina os sons. Seu esforço é de tornar o som imaginado em som real. Imaginar um som novo, que nunca foi ouvido. Ora, essa imaginação criadora, essa criatividade do compositor, não vem literalmente das nove Musas, filhas de Zeus com Mnemósine, as referências sonoras - o repertório - tem seu arquivo no inconsciente. Ou ...