cabes na minha mão, onde deitas felina e, lua, brilhas amante. nova, mínguas cheia, és a cor mais azul que o céu, mais sin fonia na forma da cin tura que sonata ao luar. um soneto sonolento , sombra sonâmbula, um fado safado, uma, duas fadas nuas, luas, ruas tuas, crueldades cruas, romântica semântica, desamparada, desapageda, sorrisos, sóis e rios de risos, melancólica rainha abelha gorda, geleia natural, imortal, tal qual mel e vênus. brilhas pequenina, feminina, mais fê que menina, mais sua que saudade, sacra secreção, e sua e soa, ecoa, escorre pelos anos, sai pela boca.